"Eu não gosto do trabalho, não há homem que goste, mas eu gosto daquilo que há no trabalho - a chance de encontrar você mesmo. Sua própria realidade - para si próprio, e não para os outros- aquela que homem nenhum pode vir a conhecer. Eles podem apenas ver o mero show e nunca saber dizer o que ele realmente significa."
"...Não, é impossível; é impossível descrever a sensação crua de qualquer época da existência de alguém - a sensação que cria sua verdade e seu significado - em sua essência sutil e penetrante. É impossível. Vivemos da mesma maneira que sonhamos: sozinhos".
E eu não acreditava que alguém usasse tanto ; e - quanto eu.
Joseph Conrad, Coração das Trevas (Heart of Darkness, no original. A tradução dos trechos acima é minha).

4 comentários:
Fico contente em saber que o "Dó maior" ao contrário do Brasil funciona (ainda que meio devagar) também antes do carnaval, não querendo ser crítico!
Afinal vale sempre aquela máxima:
- Posso fazer uma crítica?
- Se ela tiver fundamento...
- Então deixa pra lá.
Hehehehe...
É, no momento em boa frequência de publicação. Mas ela oscila bastante, como todos sabem.
Há quem os use em demasia e certos são estes que prezam pelo que resta da língua portuguesa; os demais contentam-se com frases curtas e raciocínio curto - o azar é deles.
Eeeeeee, visitante novo \o/ Bem vindo!
Muito obrigada pela leitura, Gonçalves, e pelo comentário gentil. Quero dizer, eu o considerei gentil porque arrogantemente me escalei para a primeira categoria que você descreveu (risos). Abraço!
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