terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Citando

Dois dos muitos momentos inspirados de Joseph Conrad, que transcrevo para compartilhar com quem estiver passando por aqui e para não esquecê-los tão cedo:

"Eu não gosto do trabalho, não há homem que goste, mas eu gosto daquilo que há no trabalho - a chance de encontrar você mesmo. Sua própria realidade - para si próprio, e não para os outros- aquela que homem nenhum pode vir a conhecer. Eles podem apenas ver o mero show e nunca saber dizer o que ele realmente significa."

"...Não, é impossível; é impossível descrever a sensação crua de qualquer época da existência de alguém - a sensação que cria sua verdade e seu significado - em sua essência sutil e penetrante. É impossível. Vivemos da mesma maneira que sonhamos: sozinhos".

E eu não acreditava que alguém usasse tanto ; e - quanto eu.

Joseph Conrad, Coração das Trevas (Heart of Darkness, no original. A tradução dos trechos acima é minha).

4 comentários:

fpsantoro disse...

Fico contente em saber que o "Dó maior" ao contrário do Brasil funciona (ainda que meio devagar) também antes do carnaval, não querendo ser crítico!
Afinal vale sempre aquela máxima:
- Posso fazer uma crítica?
- Se ela tiver fundamento...
- Então deixa pra lá.

bella ferraro disse...

Hehehehe...
É, no momento em boa frequência de publicação. Mas ela oscila bastante, como todos sabem.

Anônimo disse...

Há quem os use em demasia e certos são estes que prezam pelo que resta da língua portuguesa; os demais contentam-se com frases curtas e raciocínio curto - o azar é deles.

bella ferraro disse...

Eeeeeee, visitante novo \o/ Bem vindo!

Muito obrigada pela leitura, Gonçalves, e pelo comentário gentil. Quero dizer, eu o considerei gentil porque arrogantemente me escalei para a primeira categoria que você descreveu (risos). Abraço!