Definitivamente não é nacional e não é exatamente católica (apesar das origens no cristianismo), mas é humana - e, espera-se, sobrehumana. Eu acho muito linda toda a ideia de celebrar as colheitas, o mundo dos mortos e todas as criaturas que não habitam o mundo físico. Sem essa babaquice de correr fantasiado pedindo doces ou dançando "Thriller", óbvio. O que temos hoje? Dia de todos os santos. Amanhã? Finados, ou seja, quase um luto, sem qualquer vestígio do trato que damos às festas de nascimento e ressureição. Pra mim, a morte também merece ser celebrada e, nesse aspecto, os mexicanos são muito melhores.
Todo ano lembro de quando um amigo do meu irmão me ligou no dia 31 dizendo "parabéns pelo seu dia!" ... depois de 5 minutos a mãe dele me ligou de volta, pra pedir desculpa, achei muito engraçado e travessura total. Acho legal o Brasil incorporar essa festa de um jeito diferente dessa bobagem de escolas de inglês, armando travessuras arretadas pras crianças brasileiras idiotas, como abrir a porta gritando bastante pra dar um susto em todos, jogar um balde de água, se vestir de dentista-pai do Willy Wonka e tirar à força os doces deles, sair correndo com uma faca ameaçando todo mundo... sei lá, privilégios de adultos que só cresceram no corpo, ou, no meu caso, nem no corpo.
Como era 2a feira, dia de trabalho e noite de balé, só celebrei com abóboras e flores espalhadas pela casa. E torta:

Massa para torta - Pâte Brisée:
Forma: 23 cm
1 xícara de farinha
1/3 xícara de gordura vegetal ou manteiga gelada e cortada em cubos ou lascas
1/2 colher (chá) de açúcar
1/2 colher (chá) de sal
2 a 4 colheres (chá) de água gelada
Recheio:
2 xícaras de abóbora cozida
1 lata de leite condensado
2 ovos
1 colher (chá) canela em pó
1/2 colher (chá) gengibre em pó
1/4 colher (chá) cravo moído
Não vou digitar o modo de preparo, se precisar, me escreva pedindo.

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